Preciso parar de encontrar um sentido pra tudo. Por trás desta carne há um mundo, uma infinidade de coisas jamais compreendidas, nem tampouco nomeadas. É aquilo que pulsa e pronto. É por isso que não sou exata em nada, porque me deixo guiar pelo pulsante. Não posso definir o que quero, acho que é felicidade, acho que é paz, acho que é não viver assim, nesse caos.Me tira desse limite, me socorre dessa dor imensa e dessa solidão acompanhada. Preciso ser o contrário do que sou.