''Estava belíssima assistindo As Horas. Entendendo Laura Brown. Por que ela sabia-se pior como companhia d o que como ausente. Eu compreendo, por que sou como ela: melhor longe
(...)
Então precisa de um Marlboro. Um cigarrinho em troca de não sumir, como fez Laura Brown. Uma porra de um cigarro aceso e ela poderá se erguer dali''
(Sobre o filme As Horas em Aritmética de Fernanda Young – Página 57/58)