terça-feira, 20 de outubro de 2009

''Estava belíssima assistindo As Horas. Entendendo Laura Brown. Por que ela sabia-se pior como companhia d o que como ausente. Eu compreendo, por que sou como ela: melhor longe

(...)

Então precisa de um Marlboro. Um cigarrinho em troca de não sumir, como fez Laura Brown. Uma porra de um cigarro aceso e ela poderá se erguer dali''

(Sobre o filme As Horas em  Aritmética de Fernanda Young – Página 57/58)