terça-feira, 20 de outubro de 2009


‘’ E as ocasiões em que ela aparecia com livros cifrados, dizendo que eles diziam exatamente aquilo que ela estava tentando dizer na semana passada.
Seria fácil Eduardo achá-la chata, facílimo, todos acharam mais cedo ou mais tarde. Só que ele percebeu que toda aquela intensidade era inteiramente verdadeira.

Que Elisa realmente acredita no amor descrito pelos poetas.

Que para ela, a frieza de um amante diante de uma leitura de Elliot significava que ele não gostava tanto dela assim’’

(F.Y - Aritmética)